Vendas de luxo na China afundam com aumento da pressão fiscal sobre os mais ricos
O consumo de produtos de luxo na China registou uma forte queda, impulsionado pelo aumento do controlo fiscal sobre os compradores de elevado património.
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O consumo de produtos de luxo na China registou uma forte queda, impulsionado pelo aumento do controlo fiscal sobre os compradores de elevado património.
O crescimento das exportações japonesas acelerou pelo quinto mês consecutivo, impulsionado pelo equipamento de semicondutores para inteligência artificial e pela fraqueza do iene.
As atas da reunião de julho da Reserva Federal revelam que os responsáveis pela política monetária demonstraram receios acrescidos em relação à evolução da inflação.
O Tesouro dos EUA vai duplicar as compras de obrigações de 10 a 30 anos para pelo menos 4 mil milhões de dólares por operação, aliviando a subida recente das yields.
O rendimento da dívida norte-americana a 30 anos fixou-se nos 5,323%, um máximo de 19 anos, impulsionado pelo défice fiscal dos EUA, inflação persistente e tensões geopolíticas.
O indicador de reservas da China atingiu o nível mais elevado em 12 anos, permitindo moderar a rapidez de apreciação do yuan no mercado cambial.
Os dados de julho na China confirmam um arrefecimento generalizado, marcado por quedas no investimento urbano e um crescimento de apenas 0,6% no retalho.
O PIB anualizado do Japão expandiu-se 1,1% no segundo trimestre, ficando abaixo dos 2% previstos. A fraca procura interna contrariou o desempenho das exportações.
O Banco do Japão indicou no seu resumo de opiniões que os riscos inflacionistas estão em alta, abrindo a porta a um ritmo mais rápido de subida das taxas de juro.
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