EUA lançam novos ataques contra o Irão e Trump afasta negociações
As forças americanas efetuaram novos ataques no Irão. Donald Trump afirmou que não está a tentar forçar Teerão a negociar, impulsionando os preços do petróleo.
Os Estados Unidos realizaram uma nova vaga de ataques militares contra o Irão, visando infraestruturas de defesa aérea, comunicações e sistemas de radar da Guarda Revolucionária Islâmica. O Comando Central dos EUA justificou a operação como retaliação contra os recentes ataques iranianos à navegação comercial no Estreito de Ormuz e a militares americanos.
O presidente Donald Trump declarou que não está a tentar forçar Teerão a sentar-se à mesa de negociações e reiterou que os EUA mantêm o controlo quase total do Estreito de Ormuz. Trump afirmou ainda que a economia do Irão está a colapsar e ameaçou com ações militares adicionais se o regime retaliar.
Em resposta aos ataques americanos, o território jordano foi alvo de mísseis vindos do Irão, tendo as defesas da Jordânia intercetado 10 de 13 projéteis sem causar vítimas. O Bahrein também emitiu um alerta de ameaça à população. Esta nova escalada surge após semanas de tensão e do anúncio de medidas de pressão económica sobre os apoiantes do Irão.
Impacto nos mercados
A escalada militar no Médio Oriente provocou uma subida imediata nos preços do petróleo. O barril de Brent avançou 4,5% para os 94,52 dólares, enquanto o West Texas Intermediate subiu cerca de 5% para os 90,03 dólares, atingindo máximos desde 24 de julho. A instabilidade no Estreito de Ormuz afeta diretamente o setor das matérias-primas energéticas.
Resumo elaborado com apoio de inteligência artificial a partir das fontes indicadas. Pode conter erros ou omissões: confirma sempre na fonte. Não é aconselhamento nem recomendação de investimento.
Artigo da redação da Bull Value a partir de fontes noticiosas internacionais. Não constitui recomendação de investimento.
Fontes originais: CNBC