Ministro sul-coreano antecipa boom nos semicondutores até 2027
O ministro das Finanças da Coreia do Sul garante que a procura por semicondutores vai manter o setor sólido até pelo menos 2027.
O crescimento do mercado de semicondutores está assegurado pelo menos até 2027, segundo afirmou o ministro das Finanças sul-coreano, Lee Hyoung-Il. Em declarações à margem das reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, o governante explicou que a discrepância entre a procura e a oferta permanece acentuada, sustentando a expansão da atividade apesar dos esforços correntes para aumentar a capacidade produtiva.
Esta perspetiva surge num momento de marcada volatilidade para as ações ligadas aos chips, que registaram quedas acentuadas pressionadas por receios relativos às taxas de juro e à concorrência acrescida por parte de empresas chinesas. Gigantes globais como a Nvidia, juntamente com títulos locais como a SK Hynix e a Seoul Semiconductor, foram apanhadas na onda de vendas recente.
Lee Hyoung-Il reconhece que o peso relevante da indústria tecnológica na economia sul-coreana amplifica os movimentos nos mercados acionistas locais, mas sublinha que a economia do país se mantém sólida. Adicionalmente, o boom tecnológico está a impulsionar a receita fiscal, permitindo à Coreia do Sul projetar uma arrecadação superior à inicialmente prevista e reforçar a sua posição orçamental.
Em sentido contrário, vozes locais alertam para a necessidade de preparação face a uma eventual desaceleração futura, apontando para o risco de excesso de oferta no mercado de memórias até ao final da década. Ainda assim, o governo sul-coreano mantém o foco na resiliência atual do setor.
Impacto nos mercados
O setor tecnológico e de semicondutores continua a registar volatilidade devido a preocupações macroeconómicas, nomeadamente a política de taxas de juro e a concorrência asiática. Os ativos afetados incluem gigantes globais de semicondutores e o mercado acionista sul-coreano.
Resumo elaborado com apoio de inteligência artificial a partir das fontes indicadas. Pode conter erros ou omissões: confirma sempre na fonte. Não é aconselhamento nem recomendação de investimento.
Artigo da redação da Bull Value a partir de fontes noticiosas internacionais. Não constitui recomendação de investimento.
Fontes originais: CNBC