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Macronegativohá 26 dias

Trump rejeita proposta do Irão e antecipa novos bombardeamentos

Donald Trump rejeitou a proposta iraniana para reabrir o Estreito de Ormuz e prevê retomar os ataques após as eleições intercalares.

O presidente Donald Trump rejeitou a proposta condicional apresentada pelo Irão para reabrir o Estreito de Ormuz e retomar as negociações nucleares. Segundo fontes oficiais citadas pela imprensa, o líder norte-americano antecipa uma nova campanha de bombardeamentos contra o país logo após as eleições intercalares de novembro, mantendo-se cético quanto ao cumprimento das exigências de Washington por parte de Teerão.

A proposta iraniana, avançada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros Abbas Araghchi, exigia o fim do bloqueio naval e da guerra económica, bem como a libertação de ativos iranianos, em troca da abertura da via marítima no prazo de sete dias. Em paralelo, a tensão regional continua a escalar no terreno. As forças da coligação liderada pela Arábia Saudita intercetaram recentemente projéteis e drones lançados por rebeldes Houthi apoiados pelo Irão, visando locais como Riade e a região de Khamis Mushait.

Apesar das negociações indiretas mediadas por terceiros para evitar o desenvolvimento de armamento nuclear, a incerteza geopolítica mantém a pressão sobre o setor energético global. A interrupção dos fluxos de petróleo do Médio Oriente continua a alimentar receios de inflação, embora os preços do crude tenham registado quedas recentes na sequência dos contactos diplomáticos em Nova Iorque.

Impacto nos mercados

A escalada no Médio Oriente e a rejeição da proposta iraniana mantêm a volatilidade nos mercados de energia. O West Texas Intermediate encerrou a cotar a 92,41 dólares por barril e o Brent a 104,32 dólares, refletindo ainda ganhos expressivos no acumulado do ano. A incerteza em torno do Estreito de Ormuz afeta diretamente as perspetivas para as matérias-primas e o setor energético global.

Resumo elaborado com apoio de inteligência artificial a partir das fontes indicadas. Pode conter erros ou omissões: confirma sempre na fonte. Não é aconselhamento nem recomendação de investimento.

Artigo da redação da Bull Value a partir de fontes noticiosas internacionais. Não constitui recomendação de investimento.

Fontes originais: CNBC

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